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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Chegou a hora de enfrentar! JPT, eu quero é mais!

Antigos militantes que se corromperam com o peleguismo e com o personalismo, hoje batem no Partido dos Trabalhadores sem qualquer consideração, porém necessitam de nós para impor suas pautas e construir um programa ao menos contextualizado, tanto nos movimentos estudantis quanto nos sindicais, com a realidade que vivemos. A JPT deve iniciar um enfrentamento ao mesmos moldes que eles fazem, pois ou estarão conosco ou estarão contra nós!

A Juventude do Partido dos Trabalhadores nestes próximos anos deverá dar o tom político nos movimentos sindicais, estudantis e de base para atingir de fato o ideal de coletivo de juventude socialista, democrática e de massas, ou estaremos renegando nossas lutas históricas para escutar o que os maus agouros da oposição de direita(JPSDB, JPS, CONLUTE, FOE, UJC, AJR e outras organizações) tanto malogram.

A JPT não pode deixar de fazer a luta por um modelo de sociedade popular, socialista e democrática, nem ao menos fazer pactos de coalização com estas forças, pois são identificadas com o espectro do derrotismo, com o acovardamento ante a luta, com o negativismo ante as perspectivas, do oportunismo ante a estratégia de luta.

A CONLUTE do PSTU, a FOE do P-SOL, a AJR do PCO, são todas organizações sectárias, traem as lutas de classe do movimento estudantil, tentam colocar nossas posições em xeque, fazendo o verdadeiro jogo da direita, e portanto a coalização com estas forças deve ser rechaçada.

Buscar apoios com movimentos como a UJS, MR-8, JSB, JS, e outras organizações com identificação histórica com nossas lutas, é fundamental, porém antes disso devemos levar a diante, um amplo movimento de identificação de membros da própria JPT que estão disseminados em outros movimentos que não o nosso. Sabemos que existem membros nossos em organizações como a UJS, a Conlute, a Foe e mesmo em movimentos independentes, que por falta de referências são levados a militar outros movimentos e perdem uma fase importante de identificação e de proximidades com outros membros.

A Juventude Revolução, o Movimento Kizomba, a Mudança, a JAE, a JCNB e outros movimentos que compõem a JPT devem buscar uma unificação de bandeiras nos movimentos que atuam e fazer internamente as disputas das bases. Pois não é possível ficarmos inertes perante às agressões de outros movimentos e não criarmos nem ao menos, unidade interna para promover a luta conjunta. A JPT agora tem que ir a luta sem medo e mostrando que pode medir forças com os movimentos que permeiam o jogo e fazem a política à direita.

Estes que conosco militaram, que conhecemos a muito tempo nas filieras de nosso partido, nos abandonaram e esqueceram quais eram nossas lutas. Subjulgam nossos ideais e nossa militância, promovendo um jogo sujo, que não podemos mais reconhecê-los como companheiros. Seus líderes que fundaram outros partidos, nada mais fazem do que renegar o nosso PT e suas idéias de liberdade e de democracia de massas, regredindo os seus novos partidos a sistemas cupulares e os seus militantes a massas de manobras. O peleguismo do PSTU, e o personalismo do PCO e do PSOL, levam ao divisionismo da classe estudantil e a veiculação de informações infundadas e opiniões enviesadas sobre o contexto atual, portanto devemos enfrentá-los sem a mínima compaixão no campo político, levando estes movimentos ao sectarismo de posições e a contradição inerente dos campos políticos mais extremados.

A JPT deve mostrar claramente seus objetivos, disputando às bases e forçando outros movimentos aderirem às nossas lutas, ou promovendo o embate consequente, demonstrando a nossa capacidade de planejar e de agir, desqualifcando o debate dos nossos adversários, aflorando a realidade pertinente. Pois ou estão a nosso favor, ou estão contra nós.

A JPT não pode mais se esgueirar entre os diversos grupos políticos dos movimentos estudantis e de base. Deve adotar uma estratégia precisa e de enfrentamento para que levemos às bases ao cerne de nossa organização e façamos novamente reoxigenar de idéias e pensamentos socialistas e populares nossa juventude e nosso Partido dos Trabalhadores.

JPT... eu quero é mais!

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